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Bike elétrica para entregador: vale trocar a moto? A conta, comprar ou alugar e 4 modelos

A conta de moto contra bike elétrica para quem faz entregas, comprar ou alugar, financiamento do governo e as 4 bikes que o canal indica para trabalhar.

Por Luan Amancio · vídeo publicado em 10 de outubro de 2026

Resumo rápido

O BNDES aprovou crédito para a compra de bicicletas elétricas por entregadores, e esse é só um dos sinais da troca. O Luan faz a conta que o anúncio não faz e mostra quais bikes aguentam o dia inteiro de entrega, com um alerta sobre escolher bem a bateria.

Os números da troca

Segundo os dados citados no vídeo, as viagens com bicicletas motorizadas e autopropelidos aumentaram mais de 10 vezes no período contado, de 703 para 7.268, e a produção de bike elétrica nas fábricas de Manaus cresceu 77% em um ano, sem contar as importadas, que são a maioria nas ruas e no Mercado Livre. Desde julho, o entregador pode financiar uma bike elétrica com juros de 0,99% ao mês em até 4 anos, começando a pagar só depois de 60 dias.

A conta: moto contra bike elétrica

Para um entregador que roda 50 km por dia durante 26 dias, o Luan usa a moto mais econômica do Brasil, a CG 125 (62,8 km por litro), com gasolina a R$ 6,55. Dá cerca de R$ 136 por mês só de gasolina, contra R$ 26 a R$ 27 de energia na bike elétrica: cinco vezes menos. E ainda não entram IPVA, licenciamento e troca de óleo.

Comprar ou alugar?

O iFood aluga bicicleta elétrica a uns R$ 95 por semana, com a manutenção incluída, mas ela não tem seguro e o entregador pode ter de pagar até R$ 5.000 se roubarem. Uma bike de garupa como a BW1, a uns R$ 6.000, se paga em cerca de 15 meses de aluguel. A regra do Luan: se você está testando se a entrega de bike é para você, aluga. Se já decidiu, comprar sai bem mais barato.

Atenção ao financiamento

O financiamento do governo só vale para bicicletas fabricadas no Brasil, e muitas das que o Mercado Livre vende são importadas. Confira se o modelo entra no programa antes de comprar.

As 4 que o Luan indica para trabalhar

A V9 Max de duas baterias de 20Ah faz uns 80 km de verdade, segundo quem tem, aguenta 150 kg e tem banco para dois, a partir de R$ 8.147. A V8 Pro S, com duas baterias, entrega uns 80 km, com relatos de mais de 100 km em cidade plana, e tem suspensão na frente e atrás, a partir de uns R$ 8.467. A GT 2000, a de maior bateria, faz de 70 a 90 km, pesa cerca de 64,5 kg e custa perto de R$ 10.000, e o anúncio deve dizer 1.000 W. A BW1 é a mais em conta para trabalhar: bateria de 960 Wh, uns 45 a 50 km, banco para duas pessoas e bateria que sai com chave, a partir de R$ 6.000.

Conclusão

Para trabalhar com entrega, a conta favorece a bike elétrica: gasta menos e dispensa placa e CNH. O cuidado é escolher pela bateria e não pela potência.

Perguntas frequentes

Quanto custa por mês rodar com bike elétrica?

No exemplo do vídeo, para 50 km por dia durante 26 dias, a energia custa cerca de R$ 26 a R$ 27 por mês, contra cerca de R$ 136 de gasolina na moto.

Vale mais comprar ou alugar?

Para quem está testando, alugar. Para quem já decidiu, comprar, porque a bike se paga em torno de 15 meses de aluguel.

O financiamento do governo vale para qualquer bike?

Não. Só para bicicletas fabricadas no Brasil, e muitas do Mercado Livre são importadas.

Valores e opiniões refletem o vídeo na data da gravação. Preços mudam o tempo todo; confira sempre no anúncio.

V9 Max S

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